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Bichon Havanês

Um pequeno muito ágil (outros nomes: Bichon Havanais (FR), Havanese (EN), )

Bichon Havanês
origem:Bacia Ocidental do Mediterrâneo
data de origem:Século XVIII
esperança de vida:13 a 15 anos
classificação:Cães de companhia
altura:21 para 29 cm
peso:5 para 7 kg
exercício: Médiotreino: Fácilclima: Temperadointerior/exterior: Dentro de casatosquia: Necessita de cuidados com o pêloalimentação: Médiotamanho: Pequeno
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História [ editar ]

A história do Havanês confunde-se com a história dos outros Bichons. Este tipo de cães surgiu na bacia do Mediterrâneo há mais de 2 mil anos. Eram conhecidos na Era Romana e registo dos “pequenos cães brancos da antiguidade” são frequentes.

Mais difícil é destrinçar a história individual de cada Bichon. Ao longo dos séculos, os Bichons dividiram-se em várias raças em diferentes regiões. É incerta a forma como o Havanês chegou a Cuba e aí se desenvolveu.

Há algumas teorias sobre isso. Uma defende que o Havanês descende do Bichon Bolonhês. Um destes exemplares terá sido levado por barco até Cuba por capitães italianos. Fiorenzo Fiorone, autor do livro “308 Raças Reconhecidas” escreveu que o Bolonhês foi levado até à Argentina, onde foi cruzado com o Caniche Sul-Americano, o que resultou num novo membro da família Bichon.

Dechambre tem outra teoria: não será o Bolonhês mas o Maltês a ter dado origem ao Havanês. Defende que foram os Espanhóis a trazer o Havanês para as Índias Ocidentais onde ficou conhecido como “Cão Sedoso de Havana”.

Ainda na “Enciclopédia dos Cães” Jones e Hamilton escreveram que o Havanês teve origem na bacia Mediterrânea e que foi levado pelos Espanhóis para Cuba.

A versão oficial de Cuba e a que está no estalão é a de foram os italianos a levar a raça até Cuba. Os cães eram dados como prenda a Cubanos influentes para puderem ter vantagens comerciais.

O Havanês mais antigo do qual há registo remonta à altura da colonização Espanhola de Cuba, nos séculos XVI e XVII, segundo Zoila Portuendo, fundadora do clube na raça em Cuba. O cão chamado “Blankito” terá sido produto do desenvolvimento da raça na ilha a partir de cães trazidos de Espanha por colonizadores, mercadores e piratas. Foi mais tarde este tipo de cão que os espanhóis levaram quando regressam à pátria. Muitos cubanos referiam-se aos cães como “Malteses”, mas eram apelidados de “Cubanos brancos” pelos Ingleses e mais tarde de “Cão Sedoso de Havana” pelos Europeus.

No século XIX, muitos europeus instalaram-se em Cuba, levando com eles os seus pequenos cães de colo. Pensa-se que muitos deles seriam Caniches de várias cores, provenientes da Bélgica, França e Alemanha. Ao cruzarem-se com os cães da linha de “Blankito”, deram origem a um novo tipo de cães. Este segundo tipo de cão era maior e tinha pelagem de várias cores. É esta raça que Portuendo refere ser o Havanês dos nossos tempos.

Independente da história do Havanês, certo é a sua popularidade. A raça era mantida pelos ricos e poderosos de Cuba. O Havanês era criado, mas não era vendido. Era uma prenda muito cobiçada que era oferecida a amigos ou como forma de agradecimento por favores especiais.

A viragem do século significou uma mudança política profunda em Cuba. O domínio de Espanha sobre Cuba terminou e os Norte-Americanos passaram a controlar a ilha. Nas décadas seguintes Cuba iria passar por grandes transformações políticas: desde a participação na I Guerra Mundial à Revolução Comunista. Grande parte das famílias ricas fugiu de Cuba nesta altura de turbolência política, esperando regressar quando o ambiente político acalmasse. A grande maioria dos cães foram deixados ao cuidado de empregados. Alguns conseguiram com bastante dificuldade levar os cães para os Estados Unidos da América por meios ilícitos.

A extinção do Havanês foi impedida pela família Goddale que em 1974 descobriu a raça. Contactou várias famílias cubanas que se tinham refugiado nos EUA para comprar os cães e reconstruir a raça. Foi a partir de 12 cães e 4 linhas de sangue que a raça foi restaurada.

Em 1979 foi fundado no país o clube da raça. A década de 90 do século XX foi de mudança para raça. Foi reconhecida oficialmente pelo UKC e foi estabelecido o Bichon Habareno Club em Cuba. Este lançou uma investigação para estudar os cães indígenos na ilha e como resultado foi criado um programa de criação com 15 animais.

Hoje em dia o Havanês é uma raça bem estabelecida. É bastante popular como cão de companhia. Nas últimas décadas tem sido a raça que mais tem crescido nos Estados Unidos da América. Está no top 30 das raças mais populares no país.
a editar: História [ fechar ]
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Temperamento [ editar ]

O Havanês é um cão afectuoso, de natureza feliz, amigável, encantador, brincalhão e com tendência para ser o bobo da festa.

Este bichon é um cão inteligente e fácil de treinar. Por vezes aos cães pequenos é-lhes permitido tudo enquanto jovens, mas o treino deve ser feito desde cedo porque os maus hábitos ganhos permanecem durante a idade adulta.

São cães sociáveis e geralmente apegam-se muito ao dono. Por causa disso sofrem muito com ausências deste. Não são a raça indicada para quem quer um cão que fica muitas horas sozinho por dia. De todos os bichons são os que melhor interagem com crianças.

Com estranhos, contudo, são desconfiados. Dão excelentes cães de alarme, mas não são indicados para quem prefere animais menos vocais.

São cães de apartamento por excelência e não devem ser mantidos no exterior.
a editar: Temperamento [ fechar ]
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Aparência [ editar ]

O Havanês é um cão robusto de porte pequeno. Tanto machos como fêmeas devem medir entre 23 e 27 cm, com uma tolerância de 21 a 29 cm.

A cabeça é de tamanho médio e o crânio é largo com um stop moderadamente marcado. O nariz é preto ou castanho. As bochechas não são proeminentes. Os olhos são bastante grandes, em forma de amêndoa, de cor castanha ou o mais escuro possível. As orelhas estão inseridas relativamente alto, pendendo pelas bochechas com uma extremidade ligeiramente arredondada.

O comprimento do corpo é ligeiramente superior à altura. A cauda é trazida erguida em forma de gancho ou preferencialmente enrolada por cima das costas.

A camada interior de pêlo é lanosa e não muito desenvolvida. É frequente nem sequer existir. A camada exterior é muito comprida, 12 a 18 cm num cão adulto. É macia, lisa ou ondulada e pode formar rastas. Não é permitido nenhum tipo de grooming, trimming, ou utilização de tesouras para acertar o comprimento ao pêlo. A única excepção é limpar a zona das patas, na testa, para impedir que o pêlo caia sobre os olhos, e no focinho, mas é preferível deixá-lo ao natural.

O Havanês é raramente branco puro. São permitidas várias tonalidades de fulvo, preto, castanho havana, tabaco, e castanho avermelhado. São permitidas manchas nas cores mencionadas. Também marcas em bronze são permitidas.
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Saúde e Higiene [ editar ]

O Havanês é um cão bastante resistente em termos de saúde. Tipicamente vivem 14 a 16 anos. Os problemas mais comuns que convém prestar atenção é a Luxação da Patela, doenças hepáticas, problemas cardíacos, cataratas e displasia retinal.

Os bichons exigem bastantes cuidados na manutenção do pêlo. O Havanês é tido preferencialmente ao natural por isso deve ser escovado todos os dias.

Por ter o pêlo branco, deve-se também ter cuidado com a mancha que a lágrima deixa junto ao canto interior do olho.
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Comentários (1)adicionar comentário
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07.07
atleticana disse:
É muito doce, sempre querendo agradar a todos ao seu redor.
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