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Dogue de Bordéus

 (outros nomes: Mastim Françês)

Dogue de Bordéus
origem:França
data de origem:3000 a. C.
classificação:Raça de Trabalho
altura:58 para 75 cm
peso:54 para 65 kg
exercício: Exigentetreino: Fácilclima: Temperadoalimentação: Exigentetamanho: Grande
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História [ editar ]

São várias as histórias que preenchem o passado desta estirpe, cuja origem é, por isso, mesma incerta. No entanto, é seguro afirmar que esta é uma raça antiga, já que existem representações suas em pinturas que datam os 3000 anos a.C. Esta linhagem esteve presente ao longo da história de vários países, nos quais adquiriu funções e nomes distintos. O Dogue dos Bordéus também é apelidado de Mastim Francês e em Espanha de Dogue dos Burgos.

A sua descendência é incerta: pensa-se que descende do Mastim Tibetano e do Molosso. Este último, acompanhou Alexandre, O Grande na epopeia que encetou para expandir o Helenismo, onde revelou ser um verdadeiro cão de guerra: enfrentou leões, elefantes e outras feras. Conta-se que foi igualmente adoptado pelo Império Romano para desempenhar tais funções e participar nos espectáculos de arena típicos da época. Segundo esta perspectiva, o Dogue de Bordéus parece ter sido cruzado, ao longo dos séculos, com várias espécies de Mastins, originando espécimes imponentes, fiéis aos seus donos e instintivamente protectores do território.

Uma outra corrente de opinião, defende que o Dogue de Bordéus descende dos alanos, uma raça utilizada na caça ao javali, por volta do século XVI, que também servia como cão de guarda.

Independentemente da sua descendência, sabe-se que as duas Guerras Mundiais marcaram um período particularmente difícil na história desta estirpe que foi ameaçada com o perigo de extinção. Tal não se concretizou, uma vez que muitos exemplares foram importados para a França, onde se assegurou a sua criação. Após a II Guerra Mundial, a Itália reconheceu oficialmente o valor inquestionável desta linhagem, considerando-a cão de guarda nacional. Em 1949, a  FCI (Federation Cynologique Interantionale) reconhece e certifica esta estirpe.  O standard foi definitivamente estabelecido em 1971.
a editar: História [ fechar ]
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Descrição [ editar ]

O Dogue de Bordéus é um cão com uma estatura respeitável, solidamente construída e robusta. O seu peso oscila entre os 54,4 Kg e os 65,2 Kg e a sua altura na cernelha varia, entre os 58 e os 75 cm.

A sua pelagem, curta e macia, pode ser de cor de pêssego, prateado, gamo ou malhado; existindo espécies que têm uma máscara castanho bronze ou preta.

A sua cabeça é volumosa e maciça e é dotada de rugas profundas e simétricas. O stop é extremamente vincado e os olhos são grandes, profundamente inseridos, ovais e estão bem afastados. Traz as orelhas, que são ligeiramente arredondadas, de inserção alta, sempre pendentes. O focinho é largo e possui algumas rugas e na garganta evidenciam-se pregas de pele pendentes. O tronco é firme e os membros são musculosos, revelando uma ossatura bastante forte. A cauda é mantida baixa e, quando em alerta, eleva-se, alinhando-se com o dorso.
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Temperamento [ editar ]

Distante do temperamento feroz dos seus antepassados, está o actual Dogue dos Bordéus, actualmente considerado um cão calmo e afectuoso, gentil para as crianças e fiel aos seus donos. Convém que seja socializado deste pequeno, para se habituar a presenças estranhas, apesar de não ser impulsivamente agressivo.

Preservou ainda os antigos instintos de cão de guarda, pelo que protege afincadamente o seu território e não tolera a presença de cães estranhos.

Dada a sua robustez, é aconselhável que seja educado desde pequeno, para que se torne num animal de estimação obediente e seguro.
 
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Saúde [ editar ]

Os principais problemas que podem surgir na criação desta raça prendem-se com o parto e com problemas ósseos, estes últimos resultado do seu crescimento rápido. Normalmente, é adoptada a cesariana, já que os bebés têm cabeças grandes que dificultam o nascimento.

A displasia coxo-femural e a torção gástrica são outras doenças típicas desta estirpe, sendo também comum o aparecimento de dermatites e problemas cardíacos.

Este animal vive bem em apartamentos mas, por questões de saúde, convém que pratique muito exercício físico.
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Curiosidades [ editar ]

Em Uma Dupla Quase Perfeita fica-se a conhecer o talento desta raça para a arte da representação. Ao lado do polícia Scott (Tom Hanks), este cão interpreta o papel de uma importante testemunha do crime que irá ser investigada por aquele actor. 
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Comentários (5)adicionar comentário
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22.01
Zukky disse:
Tenho um dogue de bordeus de 3 mese e meio adoro-o como companhia fantastico e como guarda nem se fala com 2 mesinhos já se mantinha atentoa quem passava na frente da casa mostrando assimo seu instinto de guarda..... Apaixonei-me........pelo cão..... Sou da Ericeira se alguem por perto tier doge de bordeus adorava que podesse-mos fazer um encontro da raça aqui pela zona.......
20.01
josete disse:
É uma raça fantástica, um molosso. São fortes, destemidos, dóceis, comilões e pacíficos com seus donos. O único defeito deles é babar demais... como o mastin napoliatano. Mas são maravilhosos. Cão nota 10.
27.06
ajgr disse:
Apaixonado por esta raça à mtos anos... sempre tive cães desta raça..desde machos e fémeas, e "trabalham" sempre melhor aos pares, o q tenho mantido sempre esta situação.. conforme referido por "nielita" e q concordo plenamente ..ocupam menos espaço q um labrador..pois tenho actualmente 1 dogue e uma labradora p lhe fazer companhia ... é um bom cãe de guarda..só ladra qdo estritamente necessário, é tão bom ou melhor q 1 boxer em relação a crianças...mto vigilante com os olhos a acompanhar o dono... ou seja ..tudo o que foi dito por "nielita" e "jestevao" é completamente verdade.. O único senão desta raça e por ser reflexos da "pureza"..são cães q duram pouco (5 a 7 anos)..e já n falo da baba qdo acabam de comer ou beber agua q é insignificante..até tou c lágrimas nos olhos a pensar no meu GIl, Evita, Arlete.. q já estão do outro lado.. o Gil morreu com 5anos (rins pararam de funcionar), a Evita com leishmaniose e a Arlete com ataque cardíaco.. mas ainda tenho o meu DGIL com 5anos e leishmaniose controlada-detectado a tempo.. qq um deles nunca me estragaram nada em casa como no jardim. Aconselho e sem dúvidas o melhor cão do mundo.. A labradora ..é outra história.. comida e festas é c ela.. onde tá o dono ..tá ela a 10cm..eheh.. defeito.. ao ficar sozinha do dono..e com raiva começa a roer tudo.. mas são cães inteligentissimos..percebem tb tudo..
23.04
nielita disse:
Eles são super, tenho um macho de 4 anoss e é simplesmente único. Quanto à necessidade de espaço, é mesmo um critério pessoal, pois apesar de grandes, ocupam menos espaço que um lavrador em casa, vvisto que o hobbie deles é mesmo estar paradinho a admirar o dono e seguir todos os movimentos… com os olhoss e! Q
02.01
jestevao disse:
Após afincada busca da raça mais adequada (tenho crianças pequenas e uma moradia com 1000 m2 de terreno que precisa de um bom cão de guarda), acabei por ficar com uma cadela Dogue de Bordéus que já tem quase um ano. É muito meiga com a família e especialmente com as crianças, pois atura-lhes todos os puxões de bochechas sem sequer esboçar um gesto de enfado. Super protectora das crianças. Tenho o episódio da nossa Westie que não gosta de ser agarrada e que teve a ousadia de fazer um "chega para lá" à minha filha mais nova. A Dogue de Bordéus que até ao momento estava perfeitamente imóvel deitada no chão, saltou-lhe para cima e ia devorando-a- Incrível a reacção do animal! Por outro lado é um excelente cão de guarda (apesar de ainda nova) que não dá confiança e impõe respeito. Outra característica: está sempre onde estivermos. Como não tem permissão de entrar em casa, fica deitada à porta ou à janela mais próxima de nós. Face aos outros cães, não tem medo de nenhum, reaginda ferozmente a um enorme Rotweiler nosso vizinho que tem a ousadia de ladrar e rosnar à familia quando passa ao seu portão. Para quem tem espaço, quer um cão grande e não fica muito aborrecido de ter as calças babadas de vez em quando, é o cão ideal.
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