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Perdigueiro Português

O caçador por excelência

Perdigueiro Português
origem:Península Ibérica (Portugal e Espanha)
classificação:Cães de Parar Continentais
altura:52 para 56 cm
peso:16 para 27 kg
exercício: Médiotreino: Razoávelinterior/exterior: Fora de casaalimentação: Médiotamanho: Médio
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História [ editar ]

A caça constituiu, desde as épocas mais remotas, uma actividade imprescindível à sobrevivência e o cão surge aqui como um colaborador útil na perseguição e abate da presa, no que se pode afirmar como uma verdadeira convergência de esforços. Com a evolução das armas de fogo e a crescente escassez da caça surgiu uma necessidade por animais mais velozes e com melhor faro. O Perdigueiro veio preencher esta lacuna. Referenciado em Portugal desde o século XIV, nem sempre foi apreciado. Enquanto os nobres os possuíam apenas para a alternaria (caça com recurso a aves de rapina ou presa), foram os servos que optimizaram o seu potencial quando o meio da noite se esgueiravam nos domínios senhoriais e com a ajuda do perdigueiro surpreendiam as presas. Tornou-se assim num cão da plebe e, portanto, inevitavelmente ligado a um status pouco dignificante, enquanto cúmplice do caçador furtivo; uma raça criminosa. O próprio rei D. Sebastião proibia a sua posse e condenava ao exílio quem os possuísse. Esta condição veio alterar-se com a evolução social e no século XIX a caça perde o seu carácter de subsistência a favor do carácter desportivo. A burguesia enriquecida e proprietária das terras da igreja e dos senhores feudais, começa a apreciar os prazeres da caça e é então que descobre o Perdigueiro. Contudo, esta popularidade custou-lhe cruzamentos indiscriminados com outras raças contribuindo para a heterogeneidade morfológica instalada que só no início do século XX foi extraída da amálgama genética em que a raça se encontrava. É então em 1939 que surge o estalão que viria a ser adoptado como o oficial da raça pelo Clube Português de Canicultura. Esta identificação é resultado da observação sistemática e científica de inúmeros exemplares considerados típicos, como eram os do Norte de Portugal, que de resto representavam admiravelmente as características inerentes à maioria dos exemplares analisados, permitindo assim o estabelecimento de traços orientadores para os criadores puserem apurar melhor a raça. Foi até 1974 a raça preferida do portugueses mas como o novo regime é destronada a favor do Serra da Estrela. Tal alteração de preferências é fácil de perceber se tivermos em conta o crescente clima de insegurança sentido naquela altura. As diferenças entre o Perdigueiro e o Serra da Estrela fazem deste último um melhor cão de guarda. Actualmente ocupa o segundo lugar das preferências enquanto o Serra da Estrela continua a ser o cão mais popular.
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Temperamento [ editar ]

Altruísta, tem como objectivo servir o caçador, e é grande amigo das crianças. Companheiro dócil, curioso, calmo, desejoso de aprender e agradar, adapta-se facilmente à vida doméstica em espaços mais reduzidos. É extremamente meigo e afectivo e capaz de grande capacidade de sofrimento e entrega. Muito sociável é contudo algo petulante para com os outros cães.
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Descrição [ editar ]

o Perdigueiro Português é um cão robusto com grande elasticidade de movimentos. A cabeça é proporcionada de tamanho, um pouco grossa e não muito ossudo em empastada. É revestida por uma pele flácida e fina que não deve enrugar. É a cabeça que confere o tipicismo à raça uma vez que constitui o elemento distintivo comparativamente às restantes raças continentais de cães de parar (cães que têm como única função a indicação da peça para que o caçador a capture). O nariz é amplo, húmido e de larga abertura. A sua cor é preta nos exemplares de coloração amarela, e castanha nos exemplares de coloração castanha. Os lábios superiores são pendentes e pouco carnudos unindo-se aos inferiores por aberturas flácidas e pregueadas com cantos descaídos. Os dentes são incisivos em tesoura. Os olhos são grandes e expressivos denotando vivacidade, de cor castanha e cuja tonalidade é sempre mais escura que a pelagem, ovais, horizontais, à flor da cabeça, enchendo a órbita. Pálpebras finas e bem abertas de pigmentação preta. As orelhas são de inserção alta, pendentes, quase planas, triangulares, muito mais largas na base do que na ponta, delgadas, macias e revestidas de pêlo fino, denso e raso. O pescoço é direito, não muito grosso e poderá ser guarnecido de uma curta barbela. O tronco é na linha superior, rectilíneo, subindo levemente da garupa ao garrote, o dorso é curto, largo e ligeiramente oblíquo. O peito é largo e alto. Na linha inferior o tronco é oblíquo, desde o esterno à virilha. A cauda é amputada de forma a cobrir somente os genitais mas sem os ultrapassar, é direita, de média inserção, grossa na base, adelgaçando ligeiramente na ponta. Os membros anteriores seguem a direcção das linhas normais de aprumo em perfeito paralelismo com o plano médio do corpo. Os membros posteriores são igualmente aprumados, se vistos detrás. Esta combinação nos membros anteriores e posteriores denota uma grande estabilidade de apoio e natural facilidade em deslocar-se.
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Tipo de Pêlo [ editar ]

Curto, forte, bem assente, pouco macio e denso. A sua distribuição é feita quase por igual em todo o corpo excepto nas axilas, virilhas, terços e bragadas, onde se evidencia mais disperso e mais macio. A cabeça e as orelhas são cobertas por um pêlo ligeiramente mais fino e raso, dando a sensação de serem aveludadas. A cor pode ser amarela nas suas variedades clara, comum e escura unicolor ou malhada de branco na cabeça, pescoço, peito e calçado. Este pêlo não necessita de nenhum tratamento especial.

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Observações [ editar ]

É de notar que pelas suas características, o Perdigueiro Português é um animal que dá relativamente pouco trabalho para o manter cuidado. Difundido um pouco por toda a Europa, os excelentes resultados que obteve em competições internacionais de caça conferiram-lhe a fama de caçador exímio, sempre preocupado em servir o caçador. O tipo de Perdigueiro tem sofrido algumas evoluções essencialmente devido às solicitações dos caçadores. É de salientar que condicionantes como a natureza do solo, o clima e as espécies venatórias exigem diferentes qualidades nos cães e fazem com que os criadores tenham que adquirir produtos funcionalmente adaptados a eles. Quase sem se perceber, e devido a factores como a escassez de caça de pena e a dificuldade de aproximação, por muito batida, assim como a necessidade de as caçar em terrenos manifestamente mais áridos, o Perdigueiro foi-se aligeirando, perdendo massa e melhorando o "Nariz" de modo a conseguir alargar a extensão da busca e completá-la com êxito, resistindo tenazmente ao aumento do trabalho e às dificuldades apresentadas por certos percursos. Actualmente é um excelente cão de companhia.
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Comentários (14)adicionar comentário
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30.05
joanafelipe disse:
Tenho um perdigueiro português com 4 anos, o Cacau. É um cão incrível muito meigo e próximo do dono, vem sempre ter conosco, é facil de educar, só adormece a tocar com a patita na nossa cama ou quando estamos sentados com uma parte do corpo a tocar no nosso pé. Ladra se ouve barulho estranho mas não é de todo um cão de guarda se é isso que procuram. Muito sociável com estranhos sejam adultos ou crianças e muito delicado com os mais pequenos quer animais quer crianças, desacelera e fica mesmo meiguinho. Não gostam mesmo de estar sozinhos e precisam muito de estar ao ar livre e de correr livres. É inacreditável a sua resistencia e passeios de 10 minutos não são de todo suficientes. Quatro anos depois nao consegui nunca que corresse menos de 45 minutos mesmo quando estou com pressa. Tem de ser ensinado desde pequenino a nao correr atras de passaros caso contrario podera tornar-se perigoso numa cidade pois atras de caça ficam completamente "cegos" e nao nos ouvem e nao respondem...muitos sustos apanhei. Muito teimosos é certo! Não concordo que seja o ideal para apartamentos ou donos com pouca actividade fisica. Optimos para uma familia com crianças. Tem tendencia a ser dominante com outros caes e devem ser socializados desde inicio.
02.04
Rodrigo1996 disse:
esse cao e mesmo lindo eu quero um hahahaha
25.03
gabriell13 disse:
Esses cães, são sinceramente lindos!
12.04
pacoo disse:
eu tenho um perdigueiro, o Paco! ele precisa mesmo de correr, ás vezes dou com ele a correr desalmado da cozinha para a sala da sala para a cozinha té se acalmar ahahah :D a única maneira de ele estar sossegado é quando está cansado e mesmo assim ainda lhe dá uns tiques quando está a dormir :D
23.12
sofbot disse:
Tenho um perdigueiro, o Jordão, e é completamente tolo! Corre que se farta, e brinca com tudo, ou seja, estraga tudo! É muito dócil e só que brincadeira, quanto à obediência, é preciso saber dar-lha, quando quer faz o que é preciso, especialmente se for relativo à caça, quando não é, leva na brincadeira, e faz o dono 'suar' também! Acho que é uma excelente escolha de animal de companhia e exercicio fisico! :D
04.06
ospcr disse:
Os meus pais têm uma perdigueira com 1 ano, a Nay, é um máximo. Não pára 1 segundo, só quer subir escadas e correr pelo quintal. É um amor mas também muito brincalhona chegando mesmo a magoar-nos. É muito beijoqueira. ADORO-A
25.02
anarita602 disse:
Já tive um Perdigueiro, mas infelizmente morreu =( Chamava-se Tomás e partiu com 10 anos de idade. =( Gostava muito dele. Tb era teimoso, mas obedinte quando queria =D Vou ter muitas saudades dele. RIP
04.11
solleroo disse:
Calmo?! é pq não conhecem o Mia :) quanto a adaptar-se bem a espaços pequenos não concordo, sendo uma raça que precisa de bastante espaço para correr e que não se sente nada confortável em espaços reduzidos. Uma raça espectacular!
30.08
Anika12 disse:
São tão lindos estes cães!!! *.*
11.11
SabrinaMG disse:
São cães realmente muito amigos e dóceis!! Para sempre no meu coração, Campeão RIP (28/05/04)
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